A Aspirina é Perigosa e Não Deve ser Usada – Atenção! Aumenta o Risco de Cancer
A Aspirina é Perigosa e Não Deve ser Usada – Atenção! Aumenta o Risco de Cancer
(Notícias Naturais) A maioria das pessoas já ouviu falar que uma aspirina por dia é bom para o coração e a saúde. No entanto, de acordo com o British Medical Journal, a aspirina "não deve ser rotineiramente iniciada", especialmente para a prevenção primária da doença cardiovascular, e para pacientes que já tomam a aspirina, o seu uso deve ser revisto. Esta publicação confirma os efeitos negativos que medicamentos tem sobre o corpo humano, tais como a aspirina.
O sistema médico convencional, infelizmente, tem apoiado tomar aspirina para melhorar o sistema cardiovascular assim como recomendar aspirina para o alívio da dor e outros sintomas.
A aspirina foi originalmente patenteada em 1900 originalmente para tratar os sintomas da artrite.
Pesquisa na última década, entretanto, tem demonstrado que tomar uma aspirina por dia em aqueles sem histórico de doença cardíaca aumenta o risco de doença cardíaca em 60%. Aqueles com história de doença cardíaca teve um aumento de 10 vezes no risco de insuficiência cardíaca congestiva. Se isso não é o suficiente, tomar uma aspirina por dia também aumenta o risco de câncer de pâncreas em 86 por cento. O risco de câncer de mama é aumentado em 50% para aqueles que tomam uma aspirina por dia.
De acordo com o Jornal da Associação Médica Americana (JAMA), uma aspirina por dia aumenta o risco de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico em 84%!
Uma pergunta comum depois de ter lido esta investigação é “Quem nos disse que a aspirina era segura?” A maioria responderia seu médico. Vamos levar isso ao próximo nível. Quem disse isso ao seu médico? A indústria farmacêutica! As empresas farmacêuticas têm uma enorme influência sobre a comunidade médica e as escolas de medicina nos Estados Unidos para ditar tratamentos médicos convencionais.
Aspirina penetrou na comunidade médica por seus benefícios publicados de ajudar o coração e aliviar a dor. Muitas pessoas cometem o erro assumindo a aspirina é um suplemento do que um medicamento! Por mais de uma década as pessoas têm ingerido os comprimidos todos os dias, na crença equivocada de que eles estavam protegendo a sua saúde cardíaca. A aspirina é uma substância tóxica e tem efeitos negativos sobre o corpo.
Alguns podem querer argumentar a resposta fisiológica da aspirina de afinar o sangue! Não há nenhum argumento, ela afina o sangue, mas o problema é que o corpo precisa manter o que é chamado de homeostase. Homeostase é a capacidade do corpo de manter o equilíbrio interno, ajustando os seus processos fisiológicos. Se o sangue é diluído artificialmente com uma aspirina, adivinhe como o corpo mantém a homeostase? Sim, ele o ENGROSSA! O corpo não melhora a saúde através de medicamentos de farmácia ou medicamentos por prescrição!
Os prós e contras de tomar aspirina diariamente
Medicamento pode ajudar a evitar o câncer, mas facilitar o surgimento de um acidente vascular cerebral
Bruno Alencastro / Agencia RBS
Um estudo divulgado por cientistas britânicos despejou combustível extra no já inflamado debate sobre o uso da aspirina como forma de prevenir doenças. Publicado na revista médica Annals of Oncology, na semana passada, o trabalho mostra que a ingestão diária de um comprimido de 75 mg de ácido acetilsalicílico reduz de forma significativa, no longo prazo, o risco de desenvolver alguns tipos de câncer.
Ao mesmo tempo, os pesquisadores da Universidade Queen Mary, de Londres, verificaram um aumento de úlceras no trato digestivo e de sangramentos severos, inclusive com possibilidade de morte. Para o coordenador do estudo, Jack Cuzick, os dados mostram que tomar uma aspirina por dia para evitar o câncer compensa os riscos. Para cada mil pessoas de 60 anos ou mais que ingerirem a droga ao longo de 10 anos, ele estima 16 óbitos a menos por câncer, uma morte a menos por ataque cardíaco e duas mortes a mais por sangramento interno.
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- Ingerir aspirina parece ser a melhor coisa para reduzir o câncer, depois de parar de fumar e combater a obesidade, e provavelmente é muito mais fácil de implementar. Eu tomo aspirina todas as noites como parte de um ritual - disse Cuzick, em entrevista ao jornal The Guardian.
A dificuldade é que, quando se fala em uso diário do medicamento, as consequências não dizem respeito apenas ao câncer. Durante décadas, a aspirina foi recomendada como forma de prevenir ataques cardíacos. Nos últimos meses, agências de saúde dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha desaconselharam o recurso indiscriminado dessa prática. Amparadas em uma série de estudos, destacaram que o uso traz mais riscos do que benefícios para quem não tem problemas cardíacos prévios e está associada a mortes por acidentes vasculares cerebrais (AVCs). Na dúvida, especialistas afirmam que médicos devem analisar caso a caso.
Prós - Razões para tomar diariamente:
1) Um estudo divulgado na semana passada pela Universidade Queen Mary, de Londres, concluiu que, em longo prazo, a ingestão diária de uma aspirina reduz o risco de desenvolver certos tipos de câncer. Em pacientes que tomam o comprimido por 10 anos, há uma redução na incidência de câncer de colo retal (35% a menos), de esôfago (30%), de estômago (30%), de próstata (10%) e de pulmão (5%). A ingestão diária seria indicada a pessoas de 50 a 65 anos.
2) No ano passado, uma outra pesquisa, na qual 59,8 mil mulheres foram acompanhadas por 12 anos, mostrou que aquelas com hábito de ingerir pelo menos duas aspirinas por semana tinham 21% menos chances de desenvolver melanomas. Outro estudo, de 2012, apurou queda de 16% no risco de morte por câncer entre parentes que tomaram por cinco anos.
3) O estudo britânico recém-apresentado detectou que 10 anos de consumo diário de aspirina reduz em 18% a quantidade de ataques cardíacos e em 5% o índice de mortes por esse motivo.
4) Em 2012, pesquisadores britânicos analisaram estudos feitos no Japão, na Europa e nos Estados Unidos. Concluíram que o consumo frequente de aspirina pode salvar a vida de homens que já tiveram um ataque do coração. A chance de um segundo ataque cai de 20% a 30%.
5) Segundo a Associação Norte-Americana de Coração, pacientes com risco anual superior a 1% de ter um primeiro ataque cardíaco - porque fumam, têm colesterol alto, apresentam sobrepeso ou sofrem de diabetes - podem se beneficiar do uso diário.
Contras - Razões para não tomar diariamente:
1) O estudo que comprovou redução na incidência de câncer em pessoas que tomam aspirina durante 10 anos mostrou também que esses indivíduos correm risco maior de sofrer sangramentos no estômago. Em pessoas com mais de 60 anos, esse risco é de 2,2% a 3,6% maior. Dos casos de sangramento, 5% são fatais. O perigo é mais comum em pessoas com a bactéria Helicobacter pylori.
2) Os tipos de câncer que a aspirina pode prevenir estão associados ao estilo de vida - como o cigarro, o álcool e a obesidade. Uma vida mais saudável poderia servir de estratégia preventiva, ao invés do consumo do comprimido todos os dias.
3) O uso prolongado do comprimido leva a mais mortes por acidente vascular cerebral (AVC), segundo o estudo britânico. O medicamento pode prevenir AVCs isquêmicos, por afinar o sangue. Mas agrava os AVCs hemorrágicos, causados por sangramento no cérebro. No geral, há 5% menos AVCs, mas 21% mais óbitos. Para pacientes com arritmia, o risco de AVC pode ser prevenido de forma mais eficaz e segura com novos medicamentos que afinam o sangue e impedem coágulos.
4) O abrangente estudo britânico de 2012, segundo o qual a aspirina pode salvar quem já teve um ataque cardíaco, concluiu também que o consumo frequente eleva em 30% o risco de sangramento gastrointestinal severo. Para cada 162 pessoas que tomam o remédio, um ataque cardíaco não fatal é evitado, mas dois casos graves de sangramento são provocados.
5) A FDA, agência americana que regula alimentos e remédios, analisou um pedido da Bayer para recomendar a ingestão de aspirina para prevenir ataques cardíacos. A agência concluiu que não há razão para pessoas sem histórico de doenças cardíacas usarem diariamente, mesmo com histórico na família. Nesses casos, os riscos são maiores do que os benefícios, diz a FDA.