Pouco conhecida, com sintomas que se confundem com depressão e fadiga, essa doença acomete principalmente pessoas do sexo masculino - Fadiga adrenal é um estado  em que as glândulas supra-renais funcionam no limite inferior da normalidade. Não é, portanto, uma deficiência complet

Fadiga Adrenal

Pouco conhecida, com sintomas que se confundem com depressão e fadiga, essa doença acomete principalmente pessoas do sexo masculino - Fadiga adrenal é um estado  em que as glândulas supra-renais funcionam no limite inferior da normalidade. Não é, portanto, uma deficiência completa. A falência da adrenal chama-se Doença de Addison, que embora rara, é bem conhecida e fácil de diagnosticar. Já a  fadiga adrenal é mais insidiosa, a maioria dos médicos não a conhece ou não pensa nesse diagnóstico e é mais difícil de diagnosticar.

Aparece após períodos de estresse prolongado (físico ou mental) ou após termos insistido em trabalhar até a exaustão, sem períodos de relaxamento.

Os sintomas se confundem com os da depressão ou estafa, mas a presença simultânea de vários deles nos faz pensar nesse diagnóstico. A maioria dos pacientes é do sexo masculino. As principais queixas são:

- fadiga matinal (até 10hs), mas resiste em ir para cama à noite e trabalha melhor a noite.

- se não dormir até 23h. tem um novo período de “gás” até 01:00 ou 02:00h. da manhã.

- melhor sono é das 7 às 9h.

- sente-se melhor após almoçar, piora de novo à tarde e melhora de novo depois das 18 h.

- depressão leve e falta de interesse pelas coisas

- falta de energia, grande esforço para fazer qualquer coisa

- habilidade diminuída para lidar com stress.

- necessidade de deitar após estresse físico ou mental

- fraqueza muscular e fadiga crônica

- maior predisposição a alergias

- inchaço de tornozelos

- queda de pressão quando se levanta de repente

- prisão de ventre ou diarréia sob estresse

- muita vontade de comer salgados e gordurosos

- queda de açúcar em situações de estresse

- TPM pior que antigamente

O diagnóstico é realizado  por testes laboratoriais (sangue e urina) e o tratamento feito com aminoácidos, vitaminas, fitoterápicos, as vezes hormônios e mudança de hábitos alimentares e de descanso

Dr Gustavo Coutinho de Andrade